Cachoeira do Formiga, Jalapão – dia 4 à tarde

Cachoeira do Formiga, Jalapão - Foto: Amandina Morbeck.
Cachoeira do Formiga – Foto: Amandina Morbeck.

A cristalinidade das águas na região é incrível e na Cachoeira do Formiga não foi diferente. Ela não é alta, mas tem um poço grande e a correnteza é bem veloz. Num dos lados, sem correnteza, é possível ver o fundo de areia branca. A temperatura da água estava uma delícia. Aliás, todas as águas do Jalapão são um convite para mergulhos, pois o clima é bem quente.

Veja como essa água é cristalina - Cachoeira do Formiga, Jalapão - Foto: Amandina Morbeck.
Veja como essa água é cristalina – Foto: Amandina Morbeck.

A Cachoeira do Formiga é cercada por um bosque e era um sossego só ao redor. Em cada um desses lugares de beleza natural ímpar, a vontade era de não sair tão cedo.

Todos curtiram muito a Cachoeira do Formiga, Jalapão - Foto: Amandina Morbeck.
Todos curtiram muito a Cachoeira do Formiga – Foto: Amandina Morbeck.

Mas depois de vários mergulhos e de muitas brincadeiras, era hora de voltarmos para o acampamento, com uma parada em Mateiros, onde comprei lembrancinhas feitas pelas artesãs da região com o belo capim dourado, tomei sorvete e perambulei pelas ruas para ver um pouco do lugar.

Artesanato com capim dourado numa loja em Mateiros, onde paramos depois que saímos da Cachoeira do Formiga, Jalapão - Foto: Amandina Morbeck.
Artesanato com capim dourado numa loja em Mateiros – Foto: Amandina Morbeck.

E foi assim que conheci duas irmãs que brincavam com um papagaio na porta de uma casa simples. Depois de conversarmos um pouco, fiz umas fotos para guardar de lembrança.

As meninas de Mateiros, Jalapão - Foto: Amandina Morbeck.
As meninas de Mateiros – Foto: Amandina Morbeck.

Chegando lá, como sempre fazia, fui direto nadar no Rio Novo. Eu queria aproveitar tudo ao máximo, pois não sabia se um dia voltaria àquele paraíso.

A qualquer hora esse Rio Novo é lindo - Foto: Amandina Morbeck.
A qualquer hora esse Rio Novo é lindo – Foto: Amandina Morbeck.

Depois do jantar, em vez de ouvir as histórias do guia, optei por ficar na prainha para ver a lua. Ela subiu e ficou refletida na água tranquila do rio. Em silêncio, fiquei ali curtindo aquela quietude e ouvindo os sons da natureza até sentir o sono chegar. E mais uma vez, andando em direção à tenda, agradeci por tanta beleza e por ter a oportunidade de estar ali.

 (Texto e fotos: Amandina Morbeck)


Observação: Se tiver intenção de visitar esse lugar, confirme as informações na época de sua viagem, pois com o passar do tempo (desde a publicação deste post) muitas coisas podem mudar.


Receba nossas novidades por e-mail. Para isso, é só preencher seus dados abaixo e clicar em “Enviar”. Ficaremos contentes de ter você em nossa lista!


    Posts relacionados (clique nos títulos para acessá-los):

    – Jalapão, o incrível deserto brasileiro

    – De Palmas ao acampamento no Jalapão – dia 2

    – Canoagem no Rio Novo, Jalapão – dia 3 pela manhã

    – Dunas do Jalapão – dia 3 à tarde

    – Fervedouro do Jalapão – dia 4 pela manhã

    – Curtindo o acampamento no Jalapão – dia 5

    – Cachoeira da Velha, Jalapão – dia 6


    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Rolar para cima