
É impossível ir a Buenos Aires e não experimentar seus deliciosos alfajores, assim como é impossível não reconhecer, na língua, literalmente, a diferença de sabor e de qualidade entre eles. Como gosto não se discute, a intenção com este post é contar sobre o melhor alfajor para mim, o Cachafaz – mas que naturalmente pode não ser para muitas pessoas.

Em São Paulo, a rede Havanna é bastante conhecida e tem conquistado cada vez mais consumidores, basta ver quantos novos quiosques foram abertos em shopping centers. Até minha ida à capital portenha, essa marca era minha única referência quando o assunto era esse saboroso doce argentino recheado com doce de leite, mas isso mudou por completo.

Os alfajores Cachafaz são vendidos em duas versões, chocolate negro e chocolate blanco – ambas maravilhosas e são encontrados a granel em algumas mercearias e em charmosas caixas claras e escuras em supermercados (com seis unidades cada) – onde comprei. Não são demasiadamente doces e derretem na boca, deixando um perfume (se é que posso descrever dessa forma) que se espalha pelas narinas e deixa uma vontade de “quero mais”.
Em Buenos Aires existem várias marcas diferentes de alfajores, como Mylka, Abuela Goye e Jorgito (muito, muito, muuuuuuuuuito doce), entre outras. Como fiz, vale a pena experimentar um de cada e depois escolher seu favorito. Para sua lista, deixo a dica do Cachafaz. O problema agora é que não o encontro para comprar em São Paulo.
(Texto e fotos: Amandina Morbeck)
Observação: Se tiver intenção de visitar esse lugar, confirme as informações na época de sua viagem, pois com o passar do tempo (desde a publicação deste post) muitas coisas podem mudar.
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Pois é, Heber, sempre lamento o fato de não termos o Cachafaz à venda no Brasil como acontece com o da Havana, por exemplo.
Obrigada por seu comentário. Um abraço.
Voltei de Buenos Aires e o meu estoque de Cachafaz maisena acabou, esse é o melhor de todos, alta qualidade e não é tão doce porque não tem cobertura de chocolate. Preciso muito encontrá-lo no Brasil, mas parece que só comprando do pessoal que mora na fronteira e vende pelo mercado livre.
Olá, Gabriel, agradeço o comentário. Quando voltar a Buenos Aires, procurarei por esse que você indicou. E se souber de algum lugar que venda aqui no Brasil, nos avise. Abs.
Olá, Laís, que bom que gostou do post. Se ainda tiver interesse em publicar o conteúdo, tudo bem para mim. Abs.
Boa noite!
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Existe também a terceira opção. O Alfajor com seis vezes mais recheio e sem cobertura de chocolate. Este é considerado o top de linha da Cachafaz.
Os donos da Cachafaz foram os criadores da Havana. Lançaram está nova marca após a venda da Havana direcionando um produto considerado superior para um público mais sofisticado.
Até 2014, tinham resistência em comercializar o produto em supermercados, preferindo apenas boutiques ou canais específicos.
Gostaria de publicar isso em meu blog. Posso? Colocarei o link do seu site!
Isso mesmo, Lilian. Sempre brinco dizendo que se eu começasse a importá-lo da Argentina, ficaria rica. 🙂 É impressionante o número de acessos nesse post sobre o Cachafaz.
Realmente esse alfajor é o melhor, ganha fácil do Havanna. O grande problema mesmo, é que não tem em SP.