Cueva del Milodón, Puerto Natales, Chile

Um pouco de história sobre o milodón ou a preguiça gigante - Cueva del Milodón, Puerto Natales, Chile - Foto: Amandina Morbeck.

Um pouco de história sobre o milodón ou a preguiça gigante – Foto: Amandina Morbeck.

Terminado o trekking no Circuito W em Torres del Paine, minhas amigas e eu pegamos o barco de Paine Grande para Pudeto, de onde tomaríamos o ônibus de volta para Puerto Natales.

No barco, estava também um guia que havia nos ajudado a atravessar um rio na trilha e fui conversar com ele. Perguntei que outras coisas poderíamos fazer em Puerto Natales com o pouco tempo que nos restava e ele sugeriu que fôssemos à Cueva del Milodón ou Caverna da Preguiça Gigante, localizada a 24 km da cidade.

Acredita-se que a preguiça gigante vivia assim, cercado por belas paisagens como essa - Cueva del Milodón, Puerto Natales, Chile - Foto: Amandina Morbeck.

Acredita-se que a preguiça gigante vivia assim, cercado por belas paisagens como essa – Foto: Amandina Morbeck.

Para falar a verdade, eu não sabia que Puerto Natales tinha esse sítio arqueológico tão importante, transformado em monumento natural. A área foi habitada pela preguiça gigante e no complexo rochoso há 3 cavernas.

Caverna maior habitada pela preguiça gigante. Observe o tamanho das pessoas - Cueva del Milodón, Puerto Natales, Chile - Foto: Amandina Morbeck.

Caverna maior habitada pela preguiça gigante. Observe o tamanho das pessoas – Foto: Amandina Morbeck.

A maior delas tem mais de 30 metros de altura, 50 metros de largura e 200 metros de profundidade e nela, em 1896, foram encontrados restos de pele, pedaços de ossos e excremento desse animal, que desapareceu há cerca de 10.000 anos. Hoje, uma réplica em tamanho natural feita em fibra de vidro e colocada na entrada dessa caverna, ajuda os visitantes a ter uma noção do tamanho que ele tinha.

Eu e a réplica em tamanho original que fica na entrada da caverna maior - Cueva del Milodón, Puerto Natales, Chile - Foto: Amandina Morbeck.

Eu e a réplica em tamanho original que fica na entrada da caverna maior – Foto: Janaina Vieira.

A preguiça gigante lembra um urso e é o símbolo de Puerto Natales, que tem esculturas dela na entrada da cidade.

A infraestrutura no complexo é muito boa - Cueva del Milodón, Puerto Natales, Chile - Foto: Amandina Morbeck.

A infraestrutura no complexo é muito boa – Foto: Amandina Morbeck.

O complexo arqueológico é pequeno, bem demarcado e há uma passarela para a caverna principal. Para as outras e para o mirante, a caminhada é feita nas rochas, mas não tem dificuldades.

Saída da caverna grande - Cueva del Milodón, Puerto Natales, Chile - Foto: Amandina Morbeck.

Saída da caverna grande – Foto: Amandina Morbeck.

Para chegar até lá, fomos de táxi e gastamos pouco mais de uma hora para conhecer e fotografar. Vale a pena a visita por seu significado histórico.

Leia também: Sua mala pode ser facilmente aberta mesmo com cadeado

(Texto: Amandina Morbeck; fotos: Amandina Morbeck e Janaina Vieira)

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Observação: Se tiver intenção de visitar esse lugar, confirme as informações na época de sua viagem, pois com o passar do tempo (desde a publicação deste post) muitas coisas podem mudar.


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Comments

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2 comments

  1. Amandina Morbeck on 12/02/2015 at 12:51 said:

    Olá, Elton, contando saída de Natales e retorno e o tempo no sítio, para ver tudo com calma, no máximo umas 3 horas. Obrigada pela visita! Abraço.

  2. Elton Junior on 20/01/2015 at 22:38 said:

    Olá, Aman.

    Quanto tempo demora esse passeio? É fácil ir por conta própria?

    Parabéns pela série de artigos na Patagônia!

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